O Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu um recado importante: a saúde e a vida do paciente vêm antes das cláusulas do contrato.
Recentemente, o STJ julgou um caso em que um plano de saúde se recusou a cobrir um tratamento alegando que não estava previsto no contrato. Porém, a Justiça entendeu que, quando há urgência ou risco à vida, o contrato não pode ser usado como desculpa para negar atendimento.
O tribunal reforçou que os planos de saúde têm sim o direito de definir coberturas, mas isso não pode colocar em risco a saúde do paciente. A decisão reforça a importância da boa-fé, do cuidado humano e do equilíbrio na relação entre operadoras, corretores e clientes.
O que isso significa para nós, corretores CES?
•Precisamos orientar nossos clientes sobre seus direitos.
•A transparência na venda é fundamental: explicar o que o plano cobre e o que não cobre.
•E, principalmente, lembrar que no fim do dia, nossa missão é proteger vidas, não apenas vender contratos.
—
Fique atento às atualizações e participe das discussões para contribuir com o aprimoramento do setor de saúde suplementar.
#CES #MercadoDeSaúde #PlanosDeSaúde #RegulaçãoANS #SaúdeSuplementar #ConsultoriaEmSaúde #ClubeCES





